VMware no celular

A VMware, empresa que desenvolve produtos para virtualização, lançou um sistema com uma nova plataforma para realizar virtualizações em celulares.

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imagem apenas ilustrativa

Com a MVP (Mobile Virtualization Plataform) , será possível utilizar mais de um SO no seu celular e permitir ter virtualmente vários celulares em um único aparelho físico.

A virtualização, criação de máquinas virtuais, permite que o usuário consiga utilzar outros sistemas operacionais em uma mesma máquina física,  facilitando o  controle e auxiliando em testes, entre outras vantagens.

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Mais detalhes e o conteúdo completo pode ser visto no site da vmware.

InformationWeek Brasil - revista gratuita e de qualidade para o profissional de TI e Telecomunicações

Para o profissional de TI e Telecom é um prato cheio: a revista InformationWeek, da IT Mídia, estáinformationweek206.png  disponibilizada para download gratuito. Além disso, qualquer pessoa pode preencher um cadastro e qualificar a sua empresa para receber uma assinatura da versão impressa por um ano. Trata-se de uma revista de ótima qualidade, que aborda assuntos como carreira, estratégia, governança, negócios e utilização de tecnologias no ambiente corporativo, ou seja, indicada para qualquer profissional antenado e essencial para Gestores e Executivos da área de TI e Telecom.

Algumas destaques da última edição:

  • Estudo de Segurança revela: gastos aumentam, mas os dados das empresas não estão mais seguros em relação ao ano passado;
  • Outsourcing: uma grande tendência corporativa;
  • Governança de TI: transparência garantindo a eficiência;
  • 3G e seus impactos;
  • As promessas e os problemas da Virtualização.

* Download das últimas edições da InfomationWeek aqui

5 de Junho, Dia Mundial do Meio Ambiente - O que a TI pode fazer para contribuir com a sustentabilidade?

A sustentabilidade ambiental é um tema que está em foco nas discussões da sociedade, alcançando todos osfaca_a_sua_parte.jpg setores da economia. A área de TI pode não ser o setor que mais utiliza recursos, mas também precisa estar preparada para responder aos anseios dos acionistas e da sociedade, estudando formas de contribuir para a sustentabilidade. De que forma a TI pode contribuir? Exemplo simples e que todos já conhecem é a adoção de medidas para a economia de recursos energéticos, como a utilização de monitores LCD ou thin clients, por exemplo. Outra medida pode ser a adoção da Virtualização e da consolidação de servidores, controle de cotas de impressão, fax digitais, controle na destinação dos resíduos e suporte para todas as outras áreas na adoção destas medidas.

As empresas também podem seguir as normas de uma ISO 14001, e até buscar formas de ganharem dinheiro com projetos de consciência ambiental, já que ninguém vai adotar esse tipo de medidas apenas por altruísmo, sempre existem interesses de marketing e financeiros, até porque o objetivo das empresas é o lucro e não poderia ser diferente. Só não podem cair na armadilha do Greenwashing.

Relembrando as tendências da TI para 2008, segundo o Gartner:

1. TI verde

2. Comunicações unificadas

3. Modelagem de processos de negócios

4. Gestão de metadados

5. Virtualização 2.0

6. Mashups e Composite Applications

7. Plataforma web (software como serviço)

8. Fábrica de computação

9. Real world web (mobilidade)

10 Social software (web 2.0)

Entre as dez, duas diretamente ligadas a Sustentabilidade, e a TI Verde está em primeiro lugar!
Sobre a Virtualização - o número de Servidores Virtualizados em 2005 era de aproximadamente 1,4 bilhão. Em 2010, serão 7,9 bilhões. A participação no parque mundial passará dos 5% em 2005 para 15% do total em 2010. É muita coisa!
Sobre a TI verde: Fornecedores de hardware já estão criando suas linhas “verdes”. A grande maioria dos profissionais de TI tem o assunto na pauta, ou pelo menos já estão cientes dele.

  • Os motivos?

Requisitos regulatórios - vai chegar um tempo que economizar recursos será lei.

Responsabilidade corporativa - os profissionais de TI sofrerão pressões de todos os lados, de diretores a acionistas.

Preocupação com a disponibilidade de energia - a escalada atual do consumo se mostra acima do que as fornecedoras de energia podem suprir.

Melhorar a imagem da empresa - a redução de emissão de CO2 e redução do consumo de energia faz bem a imagem da empresa.

Palestra sobre Virtualização com Software Livre

Como havia prometido no post “FLISOL 2008 em Florianópolis - Resumo“, estou postando o vídeo da palestra “Virtualização com Software Livre”, conduzida pelo meu colega Sérgio Cioban. A filmagem ficou tosca, tremida e com detalhes esdrúxulos como um vaso de flores, uma bombona de água, gente passado, uma lixeira, etc. O consolo é que o áudio ficou ótimo, e a palestra do cara é realmente muito boa. Se você ficar tonto e não aguentar assistir ao vídeo, mas gostou da palestra, basta usar o programa YouTube to MP3 Video Converter 2.4 e baixar o áudio da mesma (para quem usa Windows). Faça o download aqui.

Tópicos abordados na palestra:

  • O que é a Virtualização? Como funciona?
  • Diferença entre “para” e “full” virtualization.
  • Como funciona o Xen
  • Os benefícios
  • Case eCentry
  • Como começar a utilizar virtualização

Entrevista com palestrante de Virtualização do FLISOL 2008 - Florianópolis

  • O que é o FLISOL?

“O FLISOL (Festival Latinoamericano de Instalação de Software Livre) é o maior evento de divulgação de Software Livre da América Latina. Ele acontece desde 2005 e seu principal objetivo é promover o uso de software livre, apresentando sua filosofia, seu alcance, avanços e desenvolvimento ao público em geral.

Com esta finalidade, diversas comunidades locais de software livre (em cada país, em cada cidade/localidade), organizam simultaneamente eventos em que se instala gratuitamente e totalmente legal, software livre nos computadores levados pelos participantes. Também, paralelamente, são oferecidas apresentações, palestras e oficinas, sobre temas locais, nacionais e latinoamericanos sobre Software Livre, com toda sua variedade de expressões: artística, acadêmica, empresarial e social. “

Fonte: http://www.installfest.info/FLISOL2008/Brasil

  • Em floripa:flisol

 

  •   Saiba mais sobre o FLISOL em Floripa:

http://installfest.info/FLISOL2008/Brasil/Florianopolis

http://groups.google.com.br/group/flisolfloripa

  • Entrevista com o Sérgio Cioban, que irá palestrar sobre “Virtualização com Software Livre” no FLISOL - Florianópolis:

Quem é o Sérgio Cioban Filho? E o que ele faz?

 

Certificado LPC-1, estudante do curso de Gestão de TI na Faculdade Senac Florianópolis, atualmente é analista de redes da eCentry Tecnologia da Informação, onde tem sob sua responsabilidade aproximadamente 80 servidores em sua quase totalidade Linux.

 

Qual é a sua relação com a informática, o Linux e o SL? Como eles entraram na sua vida?

 

Logo que me formei no curso de Técnico em Eletrônica pelo CEFET-SC em 2002, precisava fazer um estágio obrigatório para o curso, foi então que comecei a trabalhar com informática definitivamente (antes já fuçava no meu P100Mhz em casa,) estagiando em uma empresa de suporte. Foi nesta mesma época que tive o meu primeiro contato com o Linux, inicialmente no CEFET quando tive a oportunidade de cursar a matéria de redes onde um professor falou de um tal Linux que rodava em um disquete(Freesco) e era um roteador. Achei muito interessante esta idéia e resolvi testá-lo a fundo e descobri que dava pra fazer um monte de coisas com ele, inclusive compartilhar impressoras. Com pouco tempo de uso, percebi que o Freesco era muito limitado, foi aí que comecei a utilizar uma distro Linux de verdade e instalei o RedHat 8 (bons tempos estes :)  ), e a partir daí a minha relação com o Linux foi melhorando, eu sempre pensava “como alguém pode fazer um sistema bom e de graça…”.
O que me ajudou muito no aprendizado (além do google) foram os desafios que eu decidi enfrentar, quando alguém me pedia um servidor ou serviço que eu não sabia, eu sempre “matava no peito” e dizia que iria funcionar. No começo foi difícil, mas foram ótimas madrugadas de aprendizado.
Hoje, só utilizo Linux em todos os meus computadores, em casa, no trabalho e no meu laptop (eu tinha um laptop mas queimou a placa-mãe, estou aceitando doações, ehehehehehhee), e me sinto incomodado quando tenho que usar o Windows (realmente não gosto dele), só a idéia de ter um anti-vírus instalado já me desanima muito, por enquanto, ele não me faz falta, não vou dizer que o Windows nunca fez falta, mas sempre que eu me deparava com um hardware que não funcionava no Linux, eu quebrava a cabeça até ele funcionar, as vezes não funcionava, mas mesmo assim eu não desistia.

 

E as especialidades dentro do Linux e SL?

 

Eu gosto muito da área de servidores de rede (esse é o meu trabalho…), firewall, VPN, apache, openldap, LTSP, MySQL, samba, etc. A área que eu mais curto são os servidores de e-mail, eu uso o qmail (completo com vpopmail ou openldap) mas no trabalho tenho uns postfix pra tomar conta, além dos qmail.
Me aventuro também na área de programação, é muito legal programar em ShellScript, dá pra fazer de tudo com isso, ou melhor quase tudo, por isso eu aprendi PHP pra poder fazer sistemas WEB e também utilizar orientação a objeto.

 

Qual a função dentro da eCentry e os serviços providos pela empresa?

 

A eCentry inicialmente foi concebida como uma empresa de email marketing e é este o serviço mais forte dentro da empresa, mas o sistema evoluiu e hoje é um completo

sistema CRM totalmente web, licenciado pelo modelo ASP(Application Service Provider). Temos clientes operando nosso sistema em mais de 50 países, e alguns deles são: Lufthansa, Natura, Roche, TIM, etc. Foi motivado por um dos nossos clientes (Lufthansa) que foi criado um datacenter de alta tecnologia, após o famoso apagão acontecido em Florianópolis (a ilha inteira ficou sem energia elétrica durante 3 dias), onde a disponibilidade de nossos serviços ficaram afetadas, e foi aí que surgiu o iDatacenter (uma unidade de negócio da eCentry), que além de hospedar toda a estrutura de servidores da eCentry, abriu mais oportunidades de negócio para empresa, a partir daí, além do software CRM, passamos a oferecer os serviços de Hosting Dedicado, Hosting Dedicado Virtual e Co-Location.

 

E o papel da Virtualização na empresa? O que mudou com ela?

 

Mudou muito, mas ainda estamos no meio do processo de migração de servidores físicos para servidores virtuais.
A virtualização nos ajudou a melhorar e muito os nossos serviços, sem ter que manter mais servidores físicos ligados, antes tinha seis servidores físicos que cuidavam do envio de e-mails, e hoje temos mais de 30 virtuais hospedados em quatro servidores físicos.
Hoje não se pensa mais em servidor que não seja virtual, pois ficou muito mais fácil a disponibilização de servidores de teste ou até mesmo aumentar o número de servidores web para dividir a carga.

 

A Virtualização é conhecida por ter uma relação íntima com a TI Verde, por causa da diminuição da produção do lixo tecnológico e também do consumo de energia. Isso foi sentido na empresa?

 

O que sentimos muito foi à otimização da utilização de hardware, e até o momento não reduzimos o consumo de energia, apenas deixamos de gastar mais energia mesmo aumentando o número de servidores na rede. Com as próximas mudanças possivelmente deveremos sentir a redução no consumo de energia, mesmo porque, com a redução de espaço, vamos conseguir desligar um de nossos aparelhos de ar-condicionado, o que vai reduzir e muito o consumo.

 

Quais as principais características do XEN e as vantagens e desvantagens dele em relação aos softwares pagos?

 

A grande sacada do XEN foi a paravirtualização. Com ela o software de virtualização não tem que emular todo o hardware para o sistema hospedeiro, mas em contra partida o sistema hospedeiro tem que possuir uma espécie de “driver” para poder ter acesso ao hardware do sistema hospedeiro. Este tipo de virtualização oferece desempenho superior ao modelo de virtualização completa.
Algumas características que nos levaram a escolher o XEN:
- Live migration: possibilidade mover a máquina entre vários servidores de virtualização.
- Paravirtualização
- SnapShots com auxilio do LVM

 

Para quem nunca ouviu falar ou teve pouco contato com a Virtualização, por onde você recomendaria começar?

 

Bom, primeiro eu aconselho uma pesquisa sobre o conceito e como funciona a virtualização, depois começar a testar softwares mais simples e mais intuitivos de virtualização que possam ser instalados em seu desktop. Um bom software para desktop é o VirtualBox, e também tem o famoso VMWARE. A Microsoft também não fica de fora da virtualização e possui o VirtualPC para desktop e o VirtualServer para a parte dos servidores. Depois da experiência no desktop, pode-se pensar em partir para os servidores e utilizar um software mais complexo como o XEN.

 

Considerações finais e um convite para a palestra:

 

É isso galera, existem inúmeras possibilidades no mundo da virtualização e neste cenário o Linux está bem maduro e oferece uma estrutura estável para melhoria dos negócios. Se você se interessa sobre o assunto e gostaria de bater um papo ou ouvir um pouco mais sobre o CASE, deixo o convite para a participação o FLISOL (Festival Latinoamericano de instalação de Software Livre) em Floripa, no dia 26/04/2008, onde estarei palestrando sobre o assunto e compartilhando experiências.

 

Abraços,
Sérgio Cioban Filho.

 

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(Temos aí algumas dezenas de servidores. Não está vendo? Esta é a mágica da virtualização).

Para quem deseja saber mais sobre o case e a palestra com o Sérgio, o email dele é cioban_arroba_gmail.com

Configurando a rede no VirtualBox (Interface do hospedeiro)

Artigo publicado no blog Gestão TI, dia 30/01/08. 

Já faz algum tempo que eu venho usando o software VirtualBox para testar a tecnologia de Virtualização. Ultimamente eu ando estagnado nos testes por falta de um hardware adequado, pois o computador que eu uso suporta apenas duas máquinas virtuais rodando simultânemente (mais do que isso o desempenho fica perigosamente comprometido).

Entre os softwares de Virtualização que eu testei, o VirtualBox foi o que se mostrou mais prático para quem está começando, e tem sido muito procurado, como pude constatar em conversas com colegas de profissão e buscas que chegam a este blog. Uma dúvida comum de quem começa a usar o VirtualBox e nunca teve contato com programa similar, é a configuração de rede. Por default a interface de rede é configurada no modo NAT, que serve para quem apenas quer testar uma máquina virtual, pois permite o acesso a internet e aos recursos de outras estações na rede. Para quem quer utilizar a máquina virtual como um Servidor de algum tipo de aplicação , a configuração Nat não serve, pois esta máquina não será enxergada pelas outras na rede.

A configuração correta para se obter um IP válido na rede local é o modo “Interface do Hospedeiro”. Para efetuar essa configuração, deve ser adicionado um adaptador de rede virtual, reconhecido no sistema como “VirtualBox TAP Adapter”. Depois esse adaptador deve ser apontado como a placa de rede da máquina virtual que vamos utilizar, dentro das configurações de hardware do VirtualBox, e uma ponte será criada entre a conexão deste adaptador virtual e a conexão da rede física existente no sistema pai (hospedeiro).

Screenshots (clique nas imagens vara visualizá-las no tamanho real) :

fig1. Painel central do VirtualBox com as configurações de Hardware disponibilizadas para as máquinas virtuais.


fig2. Duplo clique em algum componente de hardware da máquina virtual selecionada para editar as configurações. Neste caso eu abri direto na rede e cliquei no símbolo circulado para adicionar um novo adaptador virtual.


fig3. Depois de nomear e clicar em ok para adicionar o novo adaptador, o Windows identifica e adiciona a nova placa.


fig4. Com a placa adicionada, e o tipo de ligação no modo “Interface do hospedeiro”, a placa criada deve ser selecionada e as configurações salvas.

fig5. No painel de conexões do Windows, as conexões dos adaptadores de rede virtual e físico devem ser selecionadas, e com o botão direito do mouse a opção “Conexões de ponte” escolhida(na imagem a opção que aparece é “Adicionar a ponte”, porque esta já existe).

fig6. Ponte de conexões criada com sucesso.


fig7. Nas propriedades da ponte, as interfaces que estão utilizando a mesma podem ser habilitadas ou desabilitadas.


fig8. IP da rede local, no modo “Interface do hospedeiro”.


fig9. IP utilizando o modo NAT.

Leia mais:

Virtualização - Software VirtualBox

Artigo publicado no blog Gestão TI, dia 12/11/07

Estive testando na última semana o software de virtualização VirtualBox. O programa é gratuito e mantido pela empresa alemã Innotek e possui versões para Linux e Windows. Ele se destaca pela interface intuitiva e quantidade de recursos que disponibiliza, além do suporte a múltiplos sistemas operacionais. Também possui uma versão Open Source que pode ser baixada em tarball ou via subversion.
Os testes foram realizados em um PentiumD 3 GHZ com 1GB de RAM. Foram instaladas duas máquinas virtuais: uma com Windows XP Professional e outra com Fedora7. Para ambas foram configurados 256MB de memória e um HD de 5,76 e 8,19 GB respectivamente, em tamanho estático(o programa permite criar arquivos dinâmicos de discos virtualizados, que aumentam conforme a demanda). Nos testes pude notar que o gargalo em um sistema virtualizado com certeza é memória, já que os demais componentes(disco, processador, rede) se comportaram bem, mesmo com os discos virtuais localizados na mesma partição do disco físico. No momento que as duas máquinas virtuais foram ligadas, a carga de memória da máquina pai (hospedeira), que normalmente gira em torno dos 700MB(hospeda aplicações e banco de dados, por isso a alta carga inicial) acrescenta os 512MB das máquinas virtuais, ultrapassando o total disponível e utilizando o disco como memória. É claro que nos servidores que hospedam máquinas virtualiadas temos uma configuração muito superior, mas mesmo em um PC normal, que muitas vezes é o servidor da empresa, podemos implantar uma solução de virtualização, como um servidor de web/firewall Linux, com uma máquina virtual Windows que pode ser o servidor de aplicações, para termos um exemplo.

Link para download: http://www.virtualbox.org/wiki/Downloads

Screenshots(clique nas imagens para visualizar em tamanho real):



fig1. menu principal
fig2. ambiente Fedora virtualizado


fig3. máquinas virtualizadas funcionando simultâneamente


fig4. configuração de rede - o programa disponibiliza quatro modos de configuração: não conectado, NAT, interface do hospedeiro e rede interna. O modo default é o NAT, em que o software faz um direcionamento e fornece um IP para a máquina virtual. A mesma pode utilizar os recursos da rede, porém não utiliza um IP da rede local , o que pode atrapalhar no caso dela ser um servidor de aplicações. O modo interface do hospedeiro, que foi o que utilizei, adiciona um adaptador de rede virtual que serve para montar uma ponte com o adaptador de rede físico , permitindo assim o funcionamento com um endereço local.


fig5. ponte de conexões para as máquinas virtuais

Leia mais: