Recuperando os seus Dados – Parte 1 – Pen Drives

O que fazer quando derrepente você descobre que perdeu todos os seus dados? Qual o valor deles? Saiba que até mesmo um usuário doméstico pode dar conta de recuperar suas próprias informações perdidas, seja por ter deletado um simples arquivo ou até mesmo um problema físico no equipamento. Nesta série irei explicar como evitar o desespero sabendo fazer um sistema de backup seguro e eficaz ou até mesmo recuperar dados perdidos.

Começarei falando de Pendrives, dispositivos baseados em Memória Flash. Um dia sem mais nem menos você pode colocá-lo na USB da sua maquina e ele pedir para Formatar, isso mesmo: Formatar?! Aconteceu isso com um funcionário na empresa em que eu trabalho. Neste caso o equipamento dele não foi lavado junto com a sua roupa na máquina de lavar e muito menos caiu no chão ou sofreu algum choque muito violento, simplesmente não quis mais fazer a leitura dos arquivos dele. Executando o procedimento explicado abaixo, tivemos sucesso em recuperar 90% dos arquivos que estavam no Pendrive.

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Foi aí que entrou o Data Doctor Recovery, um dos vários aplicativos que são capazes de trazer do “além” esses dados.

Explicarei como proceder na recuperação desses arquivos utilizando o Data Doctor Recovery - Pen Drive 2.0.1.5 (infelizmente é um programa pago, mas indicarei uma alternativa gratuita com um procedimento muito semelhante no final do post), porém já encontra-se uma versão mais recente dele.

Primeiro Passo – Coloque seu Pendrive ou Mp3 Player e execute o programa (em nosso caso usamos um Pendrive Kingston 1GB). Escolha o disco e o modo de escaneamento (Standard ou Advanced) e avance.

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Segundo Passo - Escolha a partição que seu dispositivo estava funcionando (em nosso caso estava em FAT32) e avance.

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Terceiro Passo – Em seguida será executado o escaneamento no dispositivo, aguarde.

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Quarto Passo – Aparecerá todo o conteúdo encontrado no Pendrive, então selecione as pastas que lhe interessam e clique em SAVE.

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Quinto Passo – Escolha o diretório onde quer gravar os dados recuperados e dê um Ok e pronto! O conteúdo estará salvo novamente.

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Como disse anteriormente, o programa que usei é um shareware. Um ótimo software gratuito de recuperação de dados, e que pode ser usado de maneira semelhante é o Recuva. Clique aqui para ir a página do download.

Ubuntu é a melhor distribuição Linux?

Artigo publicado no blog Gestão TI no dia 28/12/07.

Não tenho dúvidas que a pergunta lançada acima é com certeza uma das mais discutidas em fóruns, blogs ou comunidades. Acredito que para decidir se o Ubuntu é a melhor distribuição Linux ou não, necessitamos primeiramente do questionamento sobre o que cada um precisa. Por exemplo, o Ubuntu pode ser mais útil a uma pessoa que trabalha apenas com o básico: enviar e-mails, editar planilhas e editores de texto. O Ubuntu é extremamente amigável e prático para o usuário leigo. Já para um administrador de redes, pode não ser tão boa opção como distribuições mais tradicionais.

O Ubuntu talvez seja a distribuição mais conhecida no mundo hoje em dia. A palavra UBUNTU (pronuncia-se ùbúntú), vem de um dialeto africano e tem como tradução “humanidade para com os outros”. A distribuição é patrocionada pelo milionário Mark Shuttleworth, o segundo civil a entrar em órbita (pagando 20 milhõs de dólares para o governo russo).

Baseada na distribuição Debian e com atualizações semestrais, o Ubuntu encontra-se atualmente na versão 7.10 (Gutsy Gibbon). Dentre os principais motivos para essa liderança entre as distribuições linux, estão a facilidade de instalação, uso e aquisição do sistema. Para termos uma idéia, qualquer pessoa do mundo pode solicitar gratuitamente junto ao site https://shipit.ubuntu.com/ o CD de instalação, que em menos de quatro semanas o terá na sua residência, sem qualquer tipo de burocracia .

Ao observarmos a logomarca, percebemos que trata-se de três pessoas, de raças diferentes, unidas em círculo e com os braços dados (provavelmente uma alusão ao negro, branco e amarelo).
Para o primeiro contato com uma distribuição Linux, o Ubuntu destaca-se pela utilização do sistema através do CD-ROM. Em poucas palavras, ao configurar o boot de seu computador com o CD-ROM, em aproximadamente cinco minutos (depende da capacidade de cada hardware), o Ubuntu reconhece os componentes mais básicos do seu computador (placa de rede, som, fax modem, vídeo) e com a utilização da memória RAM, disponibiliza sua interface gráfica para o usuário interagir. Pelo fato dele utilizar a memória RAM e o CD-ROM para iniciar o ambiente gráfico, o sistema ficará lento. Para solucionar o problema, no desktop haverá um ícone de instalação do sistema no disco rígido (HD), como é feito no Windows. Deste modo, antes de qualquer coisa, faça o backup de suas informações por segurança, em CD ou DVD por exemplo.

Mas o Ubuntu não se limita apenas a uma única distribuição ou versão para desktop’s. Além da versão Ubuntu Server (destinada para servidores), paralelamente existem outros projetos chamados de Edubuntu, Kubuntu, Xubuntu, Gobuntu e Fluxbuntu.

Ubuntu Server - Versão do Ubuntu destinada a servidores, sem ambiente gráfico pré-instalado. O Ubuntu Server é recomendado para o usuário avançado de Linux.
Edubuntu – Desenvolvido para ambientes escolares, afim de auxiliar o professor com pouca habilidade em linux, a instalar as distribuições em seu laboratório e interagir com os alunos. Isto é possível graças a alta capacidade de gerenciar configurações, usuário e processos. Ele é desenvolvido com a colaboração de professores e técnicos de várias partes do mundo.
Kubuntu – Basicamente, este projeto é a mesma coisa que o Ubuntu. O que difere um do outro é o ambiente gráfico adotado por cada distribuição. O Ubuntu utiliza como padrão o ambiente GNOME. Já o Kubuntu, utiliza o KDE. Para solicitar o CD gratuitamente, acesse o link https://shipit.kubuntu.org/
Xubuntu - Basicamente, este projeto também é a mesma coisa que o Ubuntu. A diferença principal é que o Xubuntu utiliza o ambiente gráfico XFCE, que roda facilmente em computadores que possuem pouco processamento e memória RAM. Uma boa distribuição para computadores mais antigos.
Gobuntu – É basicamente o mesmo ambiente desktop do Ubuntu, mas com restrições muito mais rígidas quanto ao licenciamento dos componentes de tudo que é incluído nele, removendo até mesmo itens que seriam permitidos pelas Debian Free Software Guidelines, além de aplicativos, drivers, firmware, PDFs, vídeos, sons, e outros arquivos que não possam ser considerados plenamente livres.
Fluxbuntu – Essa distribuição está fresquinha no mercado, pois foi lançada em Outubro de 2007. O objetivo de sua criação é proporcionar ao usuário que possua uma máquina antiga leveza, produtividade, agilidade e eficácia. O Fluxbuntu utiliza como ambiente gráfico o Fluxbox, considerado extremamente leve e rápido.
Veja no link abaixo um interessante comparativo entre várias versões de Linux, entre elas o Ubuntu, muito bem elaborado: