Cmap Tools - ferramenta gratuita de criação de mapas conceituais

Artigo publicado no blog Gestão TI, dia 18/12/07

O CmapTools é um programa que permite a elaboração de mapas conceituais. Um mapa conceitual é uma ferramenta que auxilia a organização do conhecimento de um determinado assunto. Vários conceitos sobre um tema são relacionados dinamicamente através de caixas e frases de definição. Os trabalhos criados podem ser exportados para muitos formatos, como PDF, xml, gráficos vetoriais, html, postscripts e formatos de imagem, facilitando a publicação dos projetos. O único ponto negativo que eu tenho que destacar é o tamanho do arquivo de instalação, que é de aproximadamente 59 MB, mas acredito que a praticidade, o design e a quantidade de recursos do programa fazem o download valer a pena.Veja abaixo um exemplo de mapa conceitual bem simples que eu criei(clique na imagem para visualizar em tamanho maior).

obs:. Para funcionar, o cmap precisa que o computador tenha o java instalado.

Gerenciamento da Informação

Portal Antispam.br

 Artigo publicado no blog Gestão TI, dia 17/12/07

Aproveitando o gancho do post publicado na última quinta-feira, dia 13/12, sobre o aumento percentual dos spams no mundo corporativo, gostaria de registrar uma dica para quem quer estudar mais sobre o assunto e entender melhor essa praga. O Comitê Gestor da Internet no Brasil disponibiliza no portal Antispam.br uma série de informações interessantes, como as origens do spam, inclusive a mensagem que é considerada oficialmente o primeiro spam da história, enviada em 5 de março 1994 por dois advogados, Canter e Siegel, sobre uma loteria de Green Cards americanos para um grupo de discussão da USENET. No portal também existem muitas outras informações, como os tipos de spam, como identificar e combater, e até vídeos educativos sobre o assunto.
Links:

Ferramentas Colaborativas - BRIO, da Adobe

Artigo publicado no blog Gestão TI, dia 10/12/07 

O BRIO é uma ferramenta de colaboração desenvolvida pela Adobe, e atualmente se encontra na fase beta de desenvolvimento, podendo ser utilizada gratuitamente pelas pessoas interessadas. O programa tem várias funcionalidades interessantes: compartilhamento de arquivos, bloco de notas, ferramenta de elaboração de fluxogramas básicos, videocondeferência, chat e compartilhamento do desktop do usuário dono da sala, ou seja, todos os participantes podem visualizar o que se passa no computador do “anfitrião”, que pode ser uma apresentação ou qualquer outra coisa. Para funcionar bem é necessária uma banda de internet razoável , mas testando o funcionamento com um link de 1Mega interagindo com outro participante com 300k de conexão, a ferramenta comportou-se muito bem, apresentando apenas alguns atrasos de voz e compartilhamento de desktop.

No cadastramento do site, você escolhe o nome da sala que será o seu ambiente de colaboração Exemplo: http://connect.acrobat.com/seusite. Quando estiver logado na ferramenta, basta mandar o convite ou o link da sala para outra pessoa participar, desde que esta também tenha se cadastrado para poder fazer o login.

Observação: só consegui utilizar a aplicação no IE6. No IE7 e no Opera nada de carregar e no Firefox ainda não tive a oportunidade de testar…

 

Página do Projeto: http://labs.adobe.com/technologies/brio/

Página de Cadastro: https://services.acrobat.com/account/tsu/a1?promoid=BPEIG

Screenshots:

fig1. Página inicial do programa, com central de compartilhamento de arquivos, bloco de notas e chat.

fig2. Menus: MEETING - envio de convites, configurações, upload de arquivos, e ativação de compartilhamento de desktop. PODS - ativação e desativação de suplementos( bloco de notas, chat, compartilhamento de desktop e de arquivos, webcam e WHITEBOARD, que é a ferramenta de desenho de fluxogramas). Na barra também estão os botões de convite, compartilhamento de tela e de arquivos e ativação do microfone.

fig3. Teste de funcionamento com webcam e microfone(agradeço ao Tiago Pereira dos Santos pela colaboração).
fig4.Compartilhamento de arquivos.
fig5. Ferramenta de desenho, que permite que cada participante visualize o que o outro está fazendo na tela(whiteboard).

O papel do Gestor de TI

Artigo publicado no blog Gestão TI, dia 23/11/07 

O primeiro passo de um Gestor de TI para executar um projeto de melhoria do ambiente é conhecer a estrutura tecnológica da empresa. Traduzindo: uma auditoria de Hardware e Software completa e constantemente monitorada. Dependendo do tamanho do ambiente, a auditoria pode ser feita até mesmo em uma planilha de Excel. Se esse não for o caso, existem alternativas gratuitas e proprietárias no mercado(ex: alloy inventory e traumazero, respectivamente), para empresas de todos os tamanhos. Conhecendo a estrutura do parque, o ideal é que o Gestor faça com que ele seja o mais homogêneo possível, para facilitar substituições, upgrades e suporte. Com os dados dos inventários em mãos, o gestor tem a possibilidade de fazer um planejamento de aquisições e upgrades com muito mais precisão, evitando desperdício de recursos financeiros.

Também é muito importante a escolha das tecnologias que serão utilizadas. Usar Windows ou Linux? Office ou Openoffice? Aplicativos gratuitos ou proprietários? Cada software deve ser escolhido de forma que atenda as necessidades dos usuários. Muitas vezes aplicativos gratuitos atendem os requisitos, mas a falta de suporte e de perspectiva de atualizações pode tornar a utilização problemática e gerar transtornos para usuários e TI. Na aquisição de Hardware também devem ser tomados os devidos cuidados, para mensurar configurações que não fiquem aquém e nem muito além do que os usuários precisam. Computadores montados ou de grife? No caso de estações, computadores montados podem até atender perfeitamente as necessidades, mas se tratando de servidores não é a alternativa mais aconselhável.

Para tomar esse tipo de decisão o Gestor deve ter um forte embasamento teórico e estar sempre em contato com as novas tecnologias, pois não adianta seguir sempre o passo das novidades que aparecem, é preciso ter certeza da qualidade das ferramentas que serão integradas ao negócio.

Em uma metodologia que é válida para qualquer ambiente de TI, o Gestor deve planejar melhorias se apoiando sempre nos seguintes objetivos:
Melhorar a Eficiência – a melhoria de desempenho do ambiente de uma maneira geral (rede, estações, banco de dados, etc.) vai permitir que se faça mais em menos tempo.
Melhorar a Segurança – as informações da empresa muitas vezes podem ser vitais para a sobrevivência da mesma, e por isso é muito importante uma política efetiva de segurança, desde a aquisição de softwares que evitem os malwares até a educação dos usuários. Dentro de segurança a atenção deve estar voltada também aos backups, que permitirão a recuperação de informações que porventura sejam perdidas. Também é dentro da área de segurança que fica o planejamento de continuidade dos negócios. Se acontecer um desastre que destrua as instalações e/ou equipamentos da empresa, ou até mesmo uma simples queima de disco de um servidor, como proceder? Todas estas questões devem estar na pauta do Gestor, mesmo que sejam situações hipotéticas.
Melhorar a Conectividade – facilitar a navegação e conexão do usuário aos diversos sistemas, mas sem descuidar da segurança. A grande maioria das empresas já utiliza redes sem fio, mas poucas cuidam da segurança. Dados importantes trafegam na rede sem fio? Então a criptografia deve ser adotada. Existem funcionários que trabalham em casa? Que seja implantada uma solução de VPN. Os Gestores devem sempre estar atentos a todas as conseqüências da melhoria da conectividade, assim como os usuários devem ser conscientizados dos perigos que elas acarretam.
Como conseqüência da aplicação do tripé de eficiência descrito acima, o ambiente terá uma alta disponibilidade, que é o objetivo primordial de qualquer Gestor de TI.

Outro fator muito importante da gestão de um ambiente de TI é a comunicação com os demais setores da empresa. O tempo em que o CPD ficava isolado da empresa acabou, assim como o isolamento dos seus profissionais, que pouco lidavam com as pessoas dos demais departamentos. O perfil do Gestor de TI mudou muito e hoje exige muito mais habilidades de gestão de negócios e relações humanas do que em um passado muito próximo. Na atualidade não basta o ambiente funcionar bem, a TI precisa estar alinhada ao negócio, buscando constantemente novas formas de agregar valor e cortar custos. É justamente por isso que o Gestor precisa entender de negócios: as negociações e renegociações contratuais com fornecedores de produtos e serviços serão constantes.